Estou
animado com o andar das coisas para um casal de amigas que estão
prestes a abrir um bistrô no próximo mês. Está sendo muito lindo ver o desenvolvimento de um sonhos
de longa data delas. A felicidade delas é contagiante. Eu acho que nunca torci tanto para que algo dê certo quanto estou torcendo para que o bistrô seja um sucesso. Só eu sei o tamanho da importância que essas duas maravilhosas tem na minha vida.
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
As coisas estão melhorando emocionalmente para mim. Sinto que a cada dia que passa, as coisas vão desanuviando e consequentemente estou desapegando de todo sentimento negativo que eventualmente eu tenha nutrido nos últimos meses. Isso inclui pessoas, situações, pensamentos e atitudes.
***
Sábado durante a minha soneca da tarde eu tive um sonho esquisito com escorpião (!) e nas minhas pesquisas no dr. Google sobre o significado desse sonho, descobri que sonhar com esse bicho significa entre outras coisas; traição!
Se fiquei cabreiro com isso? Ô se fiquei, viu...
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Sábado durante a minha soneca da tarde eu tive um sonho esquisito com escorpião (!) e nas minhas pesquisas no dr. Google sobre o significado desse sonho, descobri que sonhar com esse bicho significa entre outras coisas; traição!
Se fiquei cabreiro com isso? Ô se fiquei, viu...
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Sigo me perguntando do porquê d'eu ainda me importar tanto com a situação. Do porque de insistir em algo que visivelmente não tem jeito (e nunca teve).
No fundo eu sei que tudo isso nada mais é do que orgulho ferido de um ariano que ainda não conseguiu conquistar o que quer. Mas até onde esse orgulho pode me levar? Será que isso vai me levar em algum lugar?
O fato de não estar no controle da situação me incomoda. Me incomoda muito. Eu poderia simplesmente ir, mas a teimosia de querer ficar até o final pra saber onde isso vai dar (de novo, nem sei se vai dar em algum lugar isso tudo) é maior.
Posso cair, me quebrar por inteiro e sair sangrando, mas saio disso sabendo que não tem mais volta. Eu tô começando a me descobrir desta forma e tenho que me aceitar assim. Este sou eu. E ponto.
Intensidade que fala?
***
No fundo eu sei que tudo isso nada mais é do que orgulho ferido de um ariano que ainda não conseguiu conquistar o que quer. Mas até onde esse orgulho pode me levar? Será que isso vai me levar em algum lugar?
O fato de não estar no controle da situação me incomoda. Me incomoda muito. Eu poderia simplesmente ir, mas a teimosia de querer ficar até o final pra saber onde isso vai dar (de novo, nem sei se vai dar em algum lugar isso tudo) é maior.
Posso cair, me quebrar por inteiro e sair sangrando, mas saio disso sabendo que não tem mais volta. Eu tô começando a me descobrir desta forma e tenho que me aceitar assim. Este sou eu. E ponto.
Intensidade que fala?
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segunda-feira, 7 de outubro de 2019
Eis que ontem, foi a parada do Orgulho LGBTQIA+ na minha cidade. Evento este que eu só descobri que iria acontecer um dia antes, isso por que meu sobrinho havia me perguntado se eu iria. It's so funny.
Fui mais pro finalzinho da tarde quando o sol estava mais ameno. Meu objetivo era ouvir as propostas e ideias de políticas públicas para nós, LGBTQIA+ .
O evento em si foi muito bem estruturado e esteve em uma ótima localização na cidade. Estava cheio. Haviam muitos casais héteros e famílias. Foi bonito de ver as pessoas se comportando de uma forma civilizada.
Não fiquei por muito tempo, mas o tempo em que estive lá, vi gente que já imaginava que estivesse por lá, gente que não imaginava que estivesse por lá, e gente que não gostaria que estivesse por lá.
E claro, fiz algumas fotos pelo celular. Só pra ter um registro mesmo. Eu pensei e repensei até a hora de ir para o evento se deveria ou não levar a minha câmera. Mas decidi por não leva-la. Pois como havia ido só, achei melhor deixar em casa pra não me dar dor de cabeça por conta de um eventual roubo. Me arrependi? Sim! Pois como eu disse, o evento foi deveras sussa e se eu tivesse levado a câmera teria feito um documental daora. Mas vida que segue. Ano que vem tem mais, e eu levo numa próxima.
:P
Fui mais pro finalzinho da tarde quando o sol estava mais ameno. Meu objetivo era ouvir as propostas e ideias de políticas públicas para nós, LGBTQIA+ .
O evento em si foi muito bem estruturado e esteve em uma ótima localização na cidade. Estava cheio. Haviam muitos casais héteros e famílias. Foi bonito de ver as pessoas se comportando de uma forma civilizada.
Não fiquei por muito tempo, mas o tempo em que estive lá, vi gente que já imaginava que estivesse por lá, gente que não imaginava que estivesse por lá, e gente que não gostaria que estivesse por lá.
E claro, fiz algumas fotos pelo celular. Só pra ter um registro mesmo. Eu pensei e repensei até a hora de ir para o evento se deveria ou não levar a minha câmera. Mas decidi por não leva-la. Pois como havia ido só, achei melhor deixar em casa pra não me dar dor de cabeça por conta de um eventual roubo. Me arrependi? Sim! Pois como eu disse, o evento foi deveras sussa e se eu tivesse levado a câmera teria feito um documental daora. Mas vida que segue. Ano que vem tem mais, e eu levo numa próxima.
:P
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| um registro de ontem. |
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
Acho que ainda não cheguei a escrever nada aqui no blog sobre amizade que eu e a melhor amiga do crush desenvolvemos. Mas desde Jun/Jul quando a conheci, nós mantemos contato secretamente.
"Mas José, porque vocês estão tendo que manter contato sem o cara saber?"
Foi uma decisão dela e eu também achei uma boa. Segundo a mesma, foi para evitar que ele ficasse ressabiado pelo que ela poderia me dizer ao seu respeito. Bem, por aí você pode pensar: "Humm, nesse mato tem cachorro!" E tem!
Ela me contou algumas particularidades sobre o cara que me deixaram tipo: "Humm, conte-me mais sobre!"
Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que tem todos os pés atrás quando o santo é muito do bonzinho. Ela me liga regularmente e sempre com o pretexto de saber se tenho notícias do amigo. Eu sempre falo que sim, que volta e meia nos encontramos e conto pra ela o que acontece nos nossos roles. Nada demais, nada que eu não contaria para uma amiga. Mas ultimamente eu tenho notado uma certa malícia na fala dela quando se refere ao G. Ela me disse na ultima vez em que nos falamos que ele desabafou com ela algumas coisas sobre mim e disse que eu estava confundindo as coisas. Foi quando eu percebi a jogada dela tentando me desestabilizar. Então contra ataquei dizendo algumas coisinhas que ele também disse sobre ela. Coisas pesadas. E finalizei dizendo que se ele tinha alguma reclamação para fazer que fizesse direto à mim, e não para terceiros. Ela ficou por um momento muda do outro lado da linha e quando voltou a falar disse que já imaginava que o G fosse falar aquilo para mim, afinal ele imaginou que nosso contato se restringiria apenas àquele dia da social que rolou na casa dele. Ela disse e que eu não era a primeira e nem a segunda pessoa que já havia alertado sobre a forma que o G a trata. Eu sempre me questionei isso, sempre me perguntei por que ela insiste em ficar numa relação como essa. Onde o cara não tá nem aí pra ela e que já disse mais de uma vez que não a considera como amiga da mesma forma que ela o considera. E a resposta dela é sempre a mesma: "Eu gosto dele!" Mas até onde vai esse gostar de alguém que te trata com indiferença, te usa e depois te joga fora? É de dar pena, sabe? Mas cada um sabe onde o calo aperta. Então não vou me meter numa relação onde um gosta de 'bater' e outro de 'apanhar'. Se está cômodo pra ambos os dois, quem sou eu para opinar sobre alguma coisa? Eu sinceramente só espero que ela acorde dessa relação tóxica e veja que as coisas não são bem do jeito que ela imagina que seja. Que nem sempre o carinho, afeto e mão amiga que nós oferecemos será retribuída da mesma forma e intensidade pelo outro. De coração, espero mesmo que ela reaja a tudo isso e saia disso.
A real é que ela só se aproximou de mim com o único propósito de confirmar as suspeitas sobre a bissexualidade do G. E em muitos momentos pude perceber em suas falas um tom de inveja e ciúmes por que comigo o tratamento é X e com ela é Y. Há uma discrepância no tom dele comigo e com ela. Nesse meio tempo em que estamos conversando eu contei sobre os lugares que frequentamos quando saímos à noite e o que costumamos fazer. Ela ficava inquieta do outro lado da linha, era perceptível. Em algumas de nossas conversas ao telefone ela sempre surge com a seguinte questão: " Eu quero entender o que você tem a oferecer, Zé. Por que você é careta para algumas coisas que o G gosta de fazer. e ele não joga para perder e mesmo assim vocês ainda mantém contato. Eu tô boba!" . É um tom de incredulidade e indignação da parte dela. Eu a entendo, no fundo eu a entendo. Mas eu também não jogo para perder. Eu acredito que ela ainda não tenha percebido, mas sim, eu tenho muito a oferecer quando me disponho a oferecer e pra quem eu quero oferecer. Talvez o G. tenha notado esse meu diferencial que nela ele não encontrou. Só isso. Em diversos momentos a questionava se era somente amizade o que ela nutria por ele e em todo momento ela dizia que sim. Bem, eu já não acho que seja apenas isso. Há um ressentimento, uma mágoa ali escondida, algo mal resolvido entre eles. Uma rejeição talvez?
Não sei.
***
Mas confesso que isso me deixa muito excitado e toda vez que vejo que eu consigo desestabiliza-la eu atiço mais, jogando mais lenha na fogueira. Por que no fundo no fundo ela sabe que gosta dele não só como amigo, mas como homem também. Sejamos francos, porra!
Ela me contou algumas particularidades sobre o cara que me deixaram tipo: "Humm, conte-me mais sobre!"
Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que tem todos os pés atrás quando o santo é muito do bonzinho. Ela me liga regularmente e sempre com o pretexto de saber se tenho notícias do amigo. Eu sempre falo que sim, que volta e meia nos encontramos e conto pra ela o que acontece nos nossos roles. Nada demais, nada que eu não contaria para uma amiga. Mas ultimamente eu tenho notado uma certa malícia na fala dela quando se refere ao G. Ela me disse na ultima vez em que nos falamos que ele desabafou com ela algumas coisas sobre mim e disse que eu estava confundindo as coisas. Foi quando eu percebi a jogada dela tentando me desestabilizar. Então contra ataquei dizendo algumas coisinhas que ele também disse sobre ela. Coisas pesadas. E finalizei dizendo que se ele tinha alguma reclamação para fazer que fizesse direto à mim, e não para terceiros. Ela ficou por um momento muda do outro lado da linha e quando voltou a falar disse que já imaginava que o G fosse falar aquilo para mim, afinal ele imaginou que nosso contato se restringiria apenas àquele dia da social que rolou na casa dele. Ela disse e que eu não era a primeira e nem a segunda pessoa que já havia alertado sobre a forma que o G a trata. Eu sempre me questionei isso, sempre me perguntei por que ela insiste em ficar numa relação como essa. Onde o cara não tá nem aí pra ela e que já disse mais de uma vez que não a considera como amiga da mesma forma que ela o considera. E a resposta dela é sempre a mesma: "Eu gosto dele!" Mas até onde vai esse gostar de alguém que te trata com indiferença, te usa e depois te joga fora? É de dar pena, sabe? Mas cada um sabe onde o calo aperta. Então não vou me meter numa relação onde um gosta de 'bater' e outro de 'apanhar'. Se está cômodo pra ambos os dois, quem sou eu para opinar sobre alguma coisa? Eu sinceramente só espero que ela acorde dessa relação tóxica e veja que as coisas não são bem do jeito que ela imagina que seja. Que nem sempre o carinho, afeto e mão amiga que nós oferecemos será retribuída da mesma forma e intensidade pelo outro. De coração, espero mesmo que ela reaja a tudo isso e saia disso.
A real é que ela só se aproximou de mim com o único propósito de confirmar as suspeitas sobre a bissexualidade do G. E em muitos momentos pude perceber em suas falas um tom de inveja e ciúmes por que comigo o tratamento é X e com ela é Y. Há uma discrepância no tom dele comigo e com ela. Nesse meio tempo em que estamos conversando eu contei sobre os lugares que frequentamos quando saímos à noite e o que costumamos fazer. Ela ficava inquieta do outro lado da linha, era perceptível. Em algumas de nossas conversas ao telefone ela sempre surge com a seguinte questão: " Eu quero entender o que você tem a oferecer, Zé. Por que você é careta para algumas coisas que o G gosta de fazer. e ele não joga para perder e mesmo assim vocês ainda mantém contato. Eu tô boba!" . É um tom de incredulidade e indignação da parte dela. Eu a entendo, no fundo eu a entendo. Mas eu também não jogo para perder. Eu acredito que ela ainda não tenha percebido, mas sim, eu tenho muito a oferecer quando me disponho a oferecer e pra quem eu quero oferecer. Talvez o G. tenha notado esse meu diferencial que nela ele não encontrou. Só isso. Em diversos momentos a questionava se era somente amizade o que ela nutria por ele e em todo momento ela dizia que sim. Bem, eu já não acho que seja apenas isso. Há um ressentimento, uma mágoa ali escondida, algo mal resolvido entre eles. Uma rejeição talvez?
Não sei.
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Mas confesso que isso me deixa muito excitado e toda vez que vejo que eu consigo desestabiliza-la eu atiço mais, jogando mais lenha na fogueira. Por que no fundo no fundo ela sabe que gosta dele não só como amigo, mas como homem também. Sejamos francos, porra!
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